Qualidade de vida, trabalho e sintomas de vestibulopatias na visão de estudantes universitários
Maria Rita Aprile, Ana Paula Café, Fabiana Miranda Monteiro, Célia Aparecida Paulino, Úrsula Margarida Karsch
Resumo
Introdução: o conceito de qualidade de vida constitui uma questão central em inúmeros estudos e pesquisas realizados no âmbito das ciências humanas, sociais e da saúde. Contudo, não existe um consenso sobre o seu conteúdo. Diferentes conotações podem ser identificadas, o que configura a polissemia da expressão. No campo da saúde, verifica-se uma ampla discussão sobre os possíveis indicadores da qualidade de vida. Outros parâmetros foram incorporados, além do controle de sintomas, diminuição da mortalidade e aumento das expectativas de vida. Objetivo: estudar a percepção de 171 universitários, trabalhadores de diferentes segmentos produtivos, de ambos os gêneros e idade entre 18 e 60 anos, sobre a percepção dos sintomas de vestibulopatias em sua qualidade de vida. Material e Método: esta pesquisa de abordagem exploratória e descritiva utilizou um questionário para o levantamento de informações. Resultados: os resultados obtidos revelaram que apenas 2 respondentes tinham informações sobre a doença, embora 17 deles apresentassem sintomas de vertigens; 33 de tonturas e 13 de zumbidos. Conclusões: a falta de informações sobre a ocorrência das vestibulopatias associadas à qualidade de vida e ao trabalho exige a disseminação de orientações sobre os sintomas para que não sejam confundidos e não sejam adotados tratamentos inadequados com repercussões sobre o bem estar, o desempenho profissional e a qualidade de vida. Palavras-chave: Qualidade de vida. Educação. Trabalho. Saúde.
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